Roberta Miranda se revolta com caso Victor Chaves e pede penas mais rígidas

16 de janeiro de 2020 • Celebridades, Música • Visualizações: 268

A cantora Roberta Miranda não economizou nas críticas a Victor Chaves, ex-dupla de Léo, ao comentar seu recente caso de agressão. Ele foi condenado a 18 dias de prisão em regime aberto e multa de R$ 20 mil por danos morais por agredir a ex-esposa, a empresária Poliana Bagatini, em fevereiro de 2017. A pena de detenção foi suspensa de forma condicional por 2 anos.

Em um vídeo publicado nas redes sociais, Roberta Miranda fez menção ao vídeo das câmeras de segurança do prédio em que Victor Chaves residia. Na filmagem, é possível perceber que o cantor agride a ex-mulher, que, na época, estava grávida de 4 meses do segundo filho do casal.

“Ele mentiu tanto, pediu até para que a coitada da esposa mentisse. Está aí o vídeo. Eu ainda tinha esperança no caráter dele, mas infelizmente foi isso mesmo que todos nós acabamos de ver. Chutar uma esposa grávida, que isso? Que isso? E a pena ser 18 dias, semi-aberto? A justiça fazendo isso está realmente dando vazão e incentivando alguns canalhas a fazer o que querem com a mulher”, afirmou a artista.

Roberta Miranda fez uma conexão do caso com outro que também voltou a ser comentado nos últimos dias: o do goleiro Bruno, que passou anos preso por matar Eliza Samudio, modelo com quem tinha envolvimento. Ao ser solto, ele foi contratado por um clube de futebol, mas dispensado dias após, devido às críticas que a instituição recebeu.

“Imagina, eu mato minha mulher, eu dou minha mulher para meu cachorro comer, como o negócio do Bruno, esse goleirinho de m*rda. Cara, e aí só tenho 18 dias, 20 dias. Claro que vai continuar isso”, disse ela.

A artista comentou, ainda, que gostaria de penas mais rigorosas para casos de violência contra mulheres. “Por que não redobrar? Colocar 40 anos, 50, prisão perpétua para esse tipo de gente? É verídico, ninguém está mandando alguém para prisão perpétua por suposições, está comprovado!”, declarou Roberta Miranda, que ainda sugeriu: “Mulheres, passou da hora de reagir. O primeiro grito, vai ali na delegacia”.

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