Baterista do RPM, Paulo Pagni não morreu, hospital se confundiu

2 de junho de 2019 • Música, Últimas Notícias • Visualizações: 116

A assessoria do RPM desmentiu que o baterista Paulo P.A. Pagni tenha morrido. A informação sobre o falecimento do músico havia sido divulgada pela própria banda, através das redes sociais.

Segundo a assessoria, Paulo PA tem estado de saúde é “muitíssimo grave”. Contudo, o músico não faleceu e segue internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital em Salto (SP).

Em um vídeo registrado no hospital, o guitarrista Fernando Deluqui explicou a situação. “Aconteceu um negócio super inusitado. […] ‘O P.A. está vivo? O P.A. está morto?’. O que aconteceu foi o seguinte: hoje pela manhã, profissionais da clínica Good Master, onde ele estava internado, entraram em contato comigo dizendo que ele havia falecido. Eu fiquei muito triste e quis confirmar com o médico, que tem passado os prontuários diariamente. Através do doutor Alex Müller Coutinho, eu obtive a confirmação de que P.A. havia falecido”, afirmou.

Após a confirmação vinda do médico, foi divulgada a informação de que, na verdade, P.A. estava vivo. “Então, a minha esposa e eu começamos a tomar as providências, viemos até a casa do P.A. em Araçariguama, pegamos roupas, documentos, tudo para liberação do corpo e nos encaminhamos aqui para o PS do Hospital São Camilo. Foi aí que tivemos uma notícia muito surpreendente: que o P.A. estava vivo, para o nosso alívio. E agora, a gente está querendo saber, que engano foi esse”, completou.

Mais cedo, ainda neste domingo (2), o RPM havia informado a morte de Paulo P.A. Pagni nas redes sociais. “Nosso irmão partiu poucos momentos atrás, mas seu legado será eternamente lembrado”, dizia a publicação.

Paulo P.A. Pagni integra o RPM desde 1985, quando ocupou a vaga que era, anteriormente, de Charles Gavin (Titãs). O grupo fez muito sucesso na década de 80, com o álbum “Revoluções Por Minuto” e o ao vivo “Rádio Pirata Ao Vivo”. O baterista ficou fora da banda apenas entre os anos de 1993 e 1994, quando foi lançado o disco “Paulo Ricardo & RPM” (1993).

Recentemente, o RPM anunciou o seu retorno, só que com outro vocalista no lugar de Paulo Ricardo: Dioy Pallone, que assumiu a vaga em 2018. O grupo estava lançando algumas músicas inéditas e pretendia trabalhar em um álbum.

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