Atos e fatos marauenses

15 de junho de 2016 • Antônio Borella De Conto, Colunistas • Visualizações: 1598

Tenho escrito muito sobre a política brasileira, mas como a situação está de que quem é herói hoje é vilão amanhã e o vilão de ontem não volta a ser o herói de hoje, vamos nos ater à política local, no meu caso Marau, que também tem algumas coisas interessantes.
Por exemplo, os vocábulos investimento e dívida têm duplo sentido dependendo a que administração municipal esteja se referindo. Explico, se foi a administração Zanchin que solicitou empréstimo para uma obra, ele fez uma dívida. Porém se um empréstimo para realizar obras foi conseguido pela administração Josué então é investimento. Fica meio engraçado, pois se um professor mandar seus alunos fazerem um trabalho sobre investimentos e dívidas de administrações marauenses, ele terá que especificar a que prefeito está se referindo, sob pena da resposta sair errada. Coisas de quem foi aprender administrar em Brasília.
Na nossa querida Marau tem um telão ao lado do prédio da Prefeitura e o povo pergunta a serventia disso. Agora, convenhamos aqui também tem gente com muita má vontade em relação ao atual mandatário. Como dizer que não serve para nada. Se você aplica em bolsa de valores é só ir lá a frente do telão que terá a cotação das bolsas nacionais e estrangeiras. Você que viaja seguidamente e necessita de dólares ou euros e quiser saber as cotações em relação ao real, não se preocupe lá no telão está o que precisa.
Nosso prefeito viaja ao Estado de São Paulo, leva junto o secretário da Cidade para buscar preciosas informações para instalar em Marau uma ciclovia. Passaram-se pelo menos dois anos e agora parece que será implantada. Seiscentos metros na Av. Júlio Borella em direção à saída para Laranjeira. Para fazer o que está sendo projetado não era preciso gastar dinheiro público em viagens, basta um rascunho numa folha de papel.
Para quem passou três anos reclamando de uma dívida consolidada de dois milhões de reais, já ter contraído uma dívida, também consolidada de mais de sete milhões, podendo chegar a 10 milhões, fica difícil explicar tantos anos de choro e tão poucas realizações de longo alcance para o Município.

Antônio Borella De Conto

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